1º Seminário de Educação dos Surdos: Novas Propostas Estratégicas para o Ensino Bilíngue para o Ensino Bilíngue

OBJETIVOS

1. Propor estratégias para o ensino bilíngue na escola inclusiva e especializada;

2. Visualizar o ensino de matemática e de língua portuguesa no contexto da educação de surdos;

3. Conhecer o trabalho de intérprete de língua de sinais no contexto educacional e as representações sociais   de professores sobre o aluno surdo;

4. Compreender a educação de surdos no Brasil;

Para maiores informações acessem: http://www.seminariobilinguebelem.blogspot.com.br/

 

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Graduação em Libras é iniciativa pioneira do Campus da UFPA em Soure

A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é a principal forma de comunicação da comunidade surda no Brasil. Por meio dessa forma visoespacial de comunicação, os surdos conseguem se socializar com outros surdos e com ouvintes que conhecem Libras. Como grande passo no que consiste na inclusão de pessoas surdas no sistema educacional básico e superior, desde 2011, a Universidade Federal do Pará oferta o curso de Graduação em Libras Português PL2, iniciativa pioneira do Campus da UFPA na Ilha do Marajó, município de Soure.

Leia mais em: http://www.portal.ufpa.br/imprensa/noticia.php?cod=8158

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Rumo a Educação Matemática Inclusiva

Para os que se interessam por Educação Matemática e Inclusão, indico a página do Grupo de Pesquisa Rumo a Educação Matemática Inclusiva como uma excelente fonte de pesquisa.

http://www.matematicainclusiva.net.br/index.php

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Pesquisa em Educação Matemática e Surdez

No dia 20 de agosto de 2013, aconteceu na Universidade Estadual de Maringá (UEM) a defesa da pesquisa de doutorado de Fábio Alexandre Borges, com o título de “A EDUCAÇÃO INCLUSIVA PARA SURDOS: uma análise do saber matemático intermediado pelo Intérprete de Libras”. A pesquisa foi orientada pela Profª. Dra. Clélia Maria Ignatius Nogueira.

RESUMO

Com o discurso atual favorável à Inclusão no ambiente escolar, todos os estudantes são convidados a comungar de um mesmo espaço. No campo político, algumas medidas passaram a ser tomadas, como a aprovação da Lei da Libras (BRASIL, 2002), que oficializa tal língua, assim como a garantia da presença de Intérpretes de Libras (BRASIL, 2005) no atendimento educacional, ambas em favor dos educandos surdos. Dentre as barreiras ainda existentes e que se opõem a um ensino de boa qualidade para os surdos em situação inclusiva, destacamos o fato de que, permeando todas as estratégias metodológicas disponíveis ao professor em uma aula, temos a fala como o principal meio de comunicação. Além disso, alguns aspectos importantes deixam de ser considerados com vistas à verdadeira inclusão dos surdos, como a valorização da experiência visual destes educandos. Nesse sentido, a presente pesquisa se destina a entender como se dá o ensino e a aprendizagem de Matemática por estudantes surdos que contam com o apoio de um Intérprete de Libras. Para tal empreitada, realizamos pesquisas em duas turmas do 9º ano do Ensino Fundamental de escolas diferentes, as quais denominamos como Caso1 e Caso 2. No Caso 1, observamos 30 aulas de Matemática de uma escola pública do interior do Paraná. Para organizar os dados coletados, redigimos notas de campo com o intuito de identificar as principais características que permeiam o ensino e a aprendizagem de Matemática para surdos inclusos. Além das notas de campo, aplicamos 12 atividades matemáticas para alunos surdos e ouvintes da mesma escola, sendo o desenvolvimento das atividades pelos alunos surdos videogravado. No Caso 2, observamos três aulas de Matemática de uma escola pública também do interior do Paraná. A fala do professor foi gravada e transcrita, bem como as imagens do Intérprete de Libras. Na sequência, buscamos cotejar ambas as transcrições em busca de uma compreensão mais voltada para as características das linguagens adotadas, quer sejam, o Português e a Libras. Nos dois Casos, foram destacadas unidades de análise oriundas de nosso conjunto de dados coletados: ausência de interação entre surdos e ouvintes no ambiente escolar; a definição do papel dos Intérpretes de Libras nas escolas ainda em construção; ausência de atividades que explorem o aspecto visual no ensino de Matemática; uma formação inicial e continuada que não contempla a inclusão de alunos surdos; dificuldades dos alunos surdos em interpretarem enunciados matemáticos e, somado a isso, o desconhecimento dos professores e de outros profissionais a respeito das dificuldades enfrentadas pelo aluno surdo com uma língua que ele não domina; incoerências matemáticas cometidas no ato da interpretação em Libras. Ao final, propomos alguns encaminhamentos que precisam ser considerados, caso se almeje, verdadeiramente, um ensino de boa qualidade para todos, com ênfase para os surdos.

Palavras-chave: Ensino de Matemática. Inclusão. Interpretação em Libras. Surdez.

 

Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação para a Ciência e a Matemática

Pesquisa: Tese de Doutorado

Título: A EDUCAÇÃO INCLUSIVA PARA SURDOS: uma análise do saber matemático intermediado pelo Intérprete de Libras

Autor: Fábio Alexandre Borges

Orientadora: Profª. Dra. Clélia Maria Ignatius Nogueira.

Ano: 2013

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Novo Aplicativo

Instituto Nacional de Educação de Surdos lança app para iGadgets recheado de conteúdos
Criado pelo Instituto Nacional de Educação de Surdos, o app — universal, para iPads e iPhones/iPods touch — reúne uma série de conteúdos gratuitos em língua brasileira de sinais (LIBRAS) e em língua portuguesa, favorecendo, segundo o INES, a “efetivação do direito à educação, à cultura e ao lazer de crianças, jovens e adultos surdos”.

http://macmagazine.com.br/2013/04/10/instituto-nacional-de-educacao-de-surdos-lanca-app-para-igadgets-recheado-de-conteudos/

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Indicação de Leitura

Título: Surdez, Inclusão e Matemática

Organizadora: Clélia Maria Ignatius Nogueira

Editora: CRV

Idioma: Português

Edição:

Ano de Lançamento: 2013

Surdez Inclusão e Matemática

Sinopse

Todos os capítulos deste livro, a exceção de um, originaram de artigos publicados em revistas especializadas ou em Anais de eventos. A principal conclusão das investigações relatadas é a de que não basta interpretar e /ou traduzir em Libras, conteúdos e estratégias metodológicas pensadas para o ensino de Matemática para ouvintes. Os surdos necessitam de uma ação pedagógica que atenda as suas particularidades se pretendemos um ensino de Matemática de boa qualidade e que possa favorecer a sua inclusão na sociedade.

Os textos enfatizam ora a Libras ora a atuação dos professores e as discussões abarcam: a) o ensino tradicional da Matemática, centrado na transmissão pelo professor; b) as semelhanças e diferenças entre a Língua Portuguesa, a Libras e a escrita numérica; c) a linguagem algébrica de surdos fluentes em Libras; d) as aulas de Matemática mediadas por um Intérprete e) o processo de aquisição da escrita numérica por crianças fluentes em Libras, f) o ensino de álgebra, para alunos surdos do Ensino Médio, no caso do foco na Libras e a) as relações (e reações) entre professores regentes de salas de escolas inclusivas e os intérpretes de língua de sinais, b) o conhecimento de professores de surdos que atuam nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental sobre os resultados de pesquisas que relacionam Matemática e surdez e c) a “inclusão contrária”, ou seja, como se estabelece o contrato didático entre uma professora surda e alunos ouvintes, quando o destaque é para a atuação os professores. Priorizando outro foco, um dos capítulos relata duas intervenções realizadas com alunos surdos do Ensino Fundamental, versando sobre temas matemáticos fortemente dependentes da transmissão social, a saber, medidas de comprimento e sistema monetário brasileiro.

Resultante de muito estudo e dedicação é uma obra indispensável aos profissionais da área!

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Pesquisa em Educação Matemática e Surdez

No dia 10 de maio de 2013, aconteceu no Instituto de Geociências e Ciências Exatas (IGCE) da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Rio Claro, a defesa da minha pesquisa de Doutorado, com o título de “A visualização no ensino de matemática: uma experiência com alunos surdos”.

RESUMO

O eixo central da pesquisa surgiu da necessidade de dirigir o olhar ao cenário que compõe o contexto da escola inclusiva, para investigar de que forma a visualidade da pessoa surda pode contribuir para o ensino e aprendizagem de matemática. A pesquisa tem como referencial teórico a educação escolar inclusiva. A metodologia adotada é de natureza qualitativa, e os dados foram obtidos a partir de uma intervenção realizada em uma escola da rede pública de ensino da cidade de Rio Claro/SP, com oito alunos surdos, usuários da Língua Brasileira de Sinais (Libras), matriculados no 5º ano do Ensino Fundamental. O registro dos dados se deu a partir de anotações em caderno de campo e filmagens das atividades desenvolvidas. Houve também entrevistas com pais, alunos, professora e intérprete, com o intuito de coletar informações sobre um pouco da história de cada aluno observado. Os dados são discutidos tendo em vista dois aspectos: o processo metodológico envolvido no trabalho com alunos surdos e as aquisições conceituais apresentadas pelos alunos em relação aos conteúdos propostos. A discussão dos resultados está distribuída em três temas: determinação de sinais em Libras para as formas geométricas; a matemática emergindo e re-conhecendo formas geométricas. O plano de intervenção desenvolvido esteve em sintonia com a perspectiva de educação matemática defendida nesta pesquisa, que considerou e promoveu a geometria como algo importante na exploração do mundo das crianças. Os resultados reforçam a importância de se estreitar a relação entre universidade e escola, o desenvolvimento de uma colaboração mútua em prol da aprendizagem de crianças surdas e seus benefícios para os que nela se envolveram. Ao final propõe-se o desdobramento da presente pesquisa em novas investigações relacionadas ao tema.

Palavras-chave: Visualização em Educação Matemática. Educação Matemática e Educação de Surdos. Ensino e Aprendizagem de Matemática. Educação Matemática e Inclusão.

.Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Instituto de Geociências e Ciências Exatas (IGCE)

Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática (PPGEM)

Pesquisa: Tese de Doutorado

Título: A visualização no ensino de matemática: uma experiência com alunos surdos

Autor: Elielson Ribeiro de Sales

Orientadora: Miriam Godoy Penteado

Ano: 2013

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